“Zero treinos” de corrida no carnaval… correr atrás de bloco não vale, né? Pois se pudesse, contabilizaria alguns quilômetros como folião. Blocos como “Azeitona sem Caroço”, “Suvaco do Cristo”, “Cachorro cansado”, “Empolga às 9″, dentre outros, foram alguns de meus paradeiros no democrático carnaval carioca. Ainda fui em uma festa totalmente off-carnaval na segunda-feira, sensacional. Ou seja, foi só badalação, poucas horas de sono e alimentação precária.
Pelo menos fui surfar um dia. No final das contas, emagreci, perdi massa muscular e condicionamento físico. Será que vale tudo em nome da alegria?
O fato é que estou recomeçando do zero, praticamente. Nem sei se consigo correr 10 kms! A treinadora programou treinos pesados para o resto da semana, fechando o domingo com infindáveis 16 kms. Estou achando muito forte para o meu estado atual de força, resistência e reserva de energia, mas estando bem vou tentar completá-los.
É muito grande a vontade de colocar o tênis e correr sentindo a brisa do ar batendo no rosto, a cada passada sentir o terreno, suar, energizar o corpo e oxigenar a mente. Estou bastante ansioso e determinado para recomeçar os treinos com afinco. Mas primeiro tenho que me recuperar! Ainda não encontrei o equilíbrio correto entre a alimentação e os treinos mais intensos deste ano.
Mas vamos em frente, sempre! Há melhor presente na vida do que ter a chance de poder recomeçar? É assim que tudo se renova!
Abraço a todos!
Me considero uma pessoa bastante diurna. Prefiro acordar cedo a dormir tarde, e de certa forma alimento-me da luz solar que, na dose correta, me recarrega as energias.
“O organismo é como uma conta bancária numa instituição financeira na qual você pode entrar em débito algumas vezes mas não pode estar no negativo o tempo todo, porque o organismo cobra caro. Com juros altíssimos. Acho que somente o organismo cobra mais que as instituições financeiras.” – Nuno Cobra
Foi uma semana incrível de ondas no Rio.
Não há dúvidas de que preciso iniciar imediatamente o Projeto Hamster. É necessário que consiga aumentar significativamente a rodagem para criar o chamado lastro, que muitos corredores chamam de “memória de corrida”.







